Cuidado! Poderei soltar-lhes algum spoiler, por ser a continuação da série. Tem resenha de “Eu sou o Número Quatro” aqui, e de “O Poder dos Seis” aqui também.
Então, o livro começa logo a partir do término do anterior. Os membros da Garde estão separados entre dois lados: de um lado, estão Seis, Ella e Marina; de outro, estão John e Nove. O principal motivo da separação do grupo foi que John queria mais do que tudo resgatar o seu amigo Sam, e a sua namorada Sarah, que foram capturados pelos Mogadorianos. Já Seis, estava à procura de outros membros da Garde, visto que havia tido pistas sobre o paradeiro de uma garota em uma pequena cidade da Espanha, embora tenha achado mais até do que esperava. Porém, todos tinham o mesmo objetivo: Derrotar o líder Mogadoriano Setrákus Ra.
A história segue, agora com perspectivas novas. No primeiro livro, a narração era feita apenas por John (Número Quatro). No segundo, Marina intercalava capítulos, adicionando mais uma visão do que estava acontecendo. Agora no terceiro, vemos também a visão de Seis, o que ajuda a conhecer mais a personagem. O bom é que em cada narrativa há uma fonte diferenciada, o que facilita a compreensão da leitura.
O livro todo tem muito ação, o que nos deixa cada vez mais conectados com o livro, porém tendo também partes (raríssimas) de demonstração de afeto. Novos personagens foram incluídos, como o Número Oito, Número Nove e Número Dez. Agora, a meta é que todos se reúnam para assim, derrotar Setrákus Ra e reconstruir seu planeta Lorien. Será que eles conseguirão? Isso só saberá se lê-lo (Sou má mesmo).

